quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
sonhos do snoopy
Se você deixar ...
Serei capaz de cantar com a força de um vulcão.
Meu canto irá aos locais mais remotos deste mundo,
Alcançando até mesmo seu coração.
Neste momento ...
Você ouvirá a mais bela música,
E nos céus, bailando entre nuvens,
Nossas áureas se encontrarão.
Seus olhos irão brilhar como os meus ...
E relâmpagos serão vistos.
Seu coração baterá como o meu ...
E trovoadas serão ouvidas.
Lágrimas de nossos olhos escorrerão ...
E chuvas serão sentidas.
Nesta tempestade de emoções ...
Você finalmente descobrirá a verdade,
Que o amor há de lhe mostrar.
Serei capaz de cantar com a força de um vulcão.
Meu canto irá aos locais mais remotos deste mundo,
Alcançando até mesmo seu coração.
Neste momento ...
Você ouvirá a mais bela música,
E nos céus, bailando entre nuvens,
Nossas áureas se encontrarão.
Seus olhos irão brilhar como os meus ...
E relâmpagos serão vistos.
Seu coração baterá como o meu ...
E trovoadas serão ouvidas.
Lágrimas de nossos olhos escorrerão ...
E chuvas serão sentidas.
Nesta tempestade de emoções ...
Você finalmente descobrirá a verdade,
Que o amor há de lhe mostrar.
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Michel de Montaigne - Pensador
Michel de Montaigne - Pensador: "Do mesmo papel em que lavrou a sentença contra um adúltero, o juiz rasgará um pedaço para nele escrever umas linhas amorosas à esposa de um colega."
domingo, 26 de dezembro de 2010
sonhos do snoopy
AS DUAS FLORES
São duas flores unidas
São duas rosas nascidas
Talvez do mesmo arrebol,
Vivendo,no mesmo galho,
Da mesma gota de orvalho,
Do mesmo raio de sol.
Unidas, bem como as penas
das duas asas pequenas
De um passarinho do céu...
Como um casal de rolinhas,
Como a tribo de andorinhas
Da tarde no frouxo véu.
Unidas, bem como os prantos,
Que em parelha descem tantos
Das profundezas do olhar...
Como o suspiro e o desgosto,
Como as covinhas do rosto,
Como as estrelas do mar.
Unidas... Ai quem pudera
Numa eterna primavera
Viver, qual vive esta flor.
Juntar as rosas da vida
Na rama verde e florida,
Na verde rama do amor!
Castro Alves
São duas flores unidas
São duas rosas nascidas
Talvez do mesmo arrebol,
Vivendo,no mesmo galho,
Da mesma gota de orvalho,
Do mesmo raio de sol.
Unidas, bem como as penas
das duas asas pequenas
De um passarinho do céu...
Como um casal de rolinhas,
Como a tribo de andorinhas
Da tarde no frouxo véu.
Unidas, bem como os prantos,
Que em parelha descem tantos
Das profundezas do olhar...
Como o suspiro e o desgosto,
Como as covinhas do rosto,
Como as estrelas do mar.
Unidas... Ai quem pudera
Numa eterna primavera
Viver, qual vive esta flor.
Juntar as rosas da vida
Na rama verde e florida,
Na verde rama do amor!
Castro Alves
hoje eu me vejo perdido sem rumo e sem que um ombro para me consolar ai me dar uma vontade de corre o mundo em busca do amor mais não sei sem vou encontrar força para pro sigui naluta da solidão e como eu ei meiu deuma multidão sercado de belas mulheres mais nei uma me notase eu istou cansado de procurar um abrigo seguro o sera que vim a este mundo para passar e não ser amado em meio as lagrimas choro em não poder amar e não ser amado que será que ter a felicidade ao meu lado
hoje eu me vejo perdido sei rumo e sei sique um obro para me cossolar
ai me dar uma votade corre o mundo em busca do amor mais não ei cotro força para pro sigui naluta da solidão
e como eu ei meiu deuma multidão sercado de belas mulheres mais nei uma me notase eu istou casado de procura um abrigo seguro o sera que vi a este mundo para passa au não ser amado em meio as laguima choro em não poder amar e não ser amador qua sera meu vou para afelisidade
ai me dar uma votade corre o mundo em busca do amor mais não ei cotro força para pro sigui naluta da solidão
e como eu ei meiu deuma multidão sercado de belas mulheres mais nei uma me notase eu istou casado de procura um abrigo seguro o sera que vi a este mundo para passa au não ser amado em meio as laguima choro em não poder amar e não ser amador qua sera meu vou para afelisidade
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