domingo, 8 de abril de 2012

sonhos do snoopy

hoje tente senti do que um abraço é capaz ampara a tristeza.commbate as incertezas.sustenta
lagrimas . diminui o medo.se. cheio dede ternura.
grarda segredos e juracumplicidade.um abraçoamigo seja la o que
for. abraços sao pequenas oracoes de fé forca eenergia.te envio um abraço bem
apertado cheio de carinho...au grade amor

sábado, 24 de março de 2012

Amei-te por te amar Amei-te e por te amar Só a ti eu não via... Eras o céu e o mar, Eras a noite e o dia... Só quando te perdi É que eu te conheci... Quando te tinha diante Do meu olhar submerso Não eras minha amante... Eras o Universo... Agora que te não tenho, És só do teu tamanho. Estavas-me longe na alma, Por isso eu não te via... Presença em mim tão calma, Que eu a não sentia. Só quando meu ser te perdeu Vi que não eras eu. Não sei o que eras. Creio Que o meu modo de olhar, Meu sentir meu anseio Meu jeito de pensar... Eras minha alma, fora Do Lugar e da Hora... Hoje eu busco-te e choro Por te poder achar Não sequer te memoro Como te tive a amar... Nem foste um sonho meu... Porque te choro eu? Não sei... Perdi-te, e és hoje Real no [...] real... Como a hora que foge, Foges e tudo é igual A si-próprio e é tão triste O que vejo que existe. Em que és [...] fictício, Em que tempo parado Foste o (...) cilício Que quando em fé fechado Não sentia e hoje sinto Que acordo e não me minto... [...] tuas mãos, contudo, Sinto nas minhas mãos, Nosso olhar fixo e mudo Quantos momentos vãos Pra além de nós viveu Nem nosso, teu ou meu... Quantas vezes sentimos Alma nosso contacto Quantas vezes seguimos Pelo caminho abstrato Que vai entre alma e alma... Horas de inquieta calma! E hoje pergunto em mim Quem foi que amei, beijei Com quem perdi o fim Aos sonhos que sonhei... Procuro-te e nem vejo O meu próprio desejo... Que foi real em nós? Que houve em nós de sonho? De que Nós fomos de que voz O duplo eco risonho Que unidade tivemos? O que foi que perdemos? Nós não sonhamos. Eras Real e eu era real. Tuas mãos - tão sinceras... Meu gesto - tão leal... Tu e eu lado a lado... Isto... e isto acabado... Como houve em nós amor E deixou de o haver? Sei que hoje é vaga dor O que era então prazer... Mas não sei que passou Por nós e acordou... Amamo-nos deveras? Amamo-nos ainda? Se penso vejo que eras A mesma que és... E finda Tudo o que foi o amor; Assim quase sem dor. Sem dor... Um pasmo vago De ter havido amar... Quase que me embriago De mal poder pensar... O que mudou e onde? O que é que em nós se esconde? Talvez sintas como eu E não saibas senti-o... Ser é ser nosso véu Amar é encobri-o, Hoje que te deixei É que sei que te amei... Somos a nossa bruma... É pra dentro que vemos... Caem-nos uma a uma As compreensões que temos E ficamos no frio Do Universo vazio... Que importa? Se o que foi Entre nós foi amor, Se por te amar me dói Já não te amar, e a dor Tem um íntimo sentido, Nada será perdido... E além de nós, no Agora Que não nos tem por véus Viveremos a Hora Virados para Deus E n'um (...) mudo Compreenderemos tudo. Fernando Pessoa
Sou um guardador de rebanhos, O rebanho é os meus pensamentos E os meus pensamentos são todos sensações. Penso com os olhos e com os ouvidos E com as mãos e os pés E com o nariz e a boca. Pensar uma flor é vê-la e cheirá-la E comer um fruto é saber-lhe o sentido. Por isso quando num dia de calor Me sinto triste de gozá-lo tanto, E me deito ao comprido na erva, E fecho os olhos quentes, Sinto todo o meu corpo deitado na realidade, Sei a verdade e sou feliz. Fernando Pessoa

quinta-feira, 22 de março de 2012

"A gente ama enquanto pode; esquece quando é preciso; e aprende que só vale a pena lutar por aquilo que vale a pena possuir!"

sábado, 3 de março de 2012

sonhos do snoopy

As sem-razões do amor Eu te amo porque te amo, Não precisas ser amante, e nem sempre sabes sê-lo. Eu te amo porque te amo. Amor é estado de graça e com amor não se paga. Amor é dado de graça, é semeado no vento, na cachoeira, no eclipse. Amor foge a dicionários e a regulamentos vários. Eu te amo porque não amo bastante ou demais a mim. Porque amor não se troca, não se conjuga nem se ama. Porque amor é amor a nada, feliz e forte em si mesmo. Amor é primo da morte, e da morte vencedor, por mais que o matem (e matam) a cada instante de amor. Carlos Drummond de Andrade

sábado, 11 de fevereiro de 2012

┼ Não sei se foi sonho ou pura ilusão. ┼ Só sei que precisava de você com sofreguidão. Para acalmar meu coração. Vivi tantos amores, tanta paixão, Porém, sempre vivi numa escura solidão. Com você, conheci a felicidade a imensidão. Conheci a saudade, a paixão e a ambição. Conheci a loucura, a dor de uma desilusão. E a insensatez da entrega de um coração. Quantas doideiras, fiz por lhe amar. Quantas torturas tive que suportar. Por só em você pensar. Porém você muito ingrata, não soube se dar. Muito menos soube me amar. Até hoje, choro a ilusão perdida. Procuro acalmar a dor sofrida, Causada pela sua partida. Sonhar acorda, foi essa a saída, Para curar e sanar essa ferida.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

sonhos do snoopy

DAS ESTRELAS que admirei, molhadas por rios e diferentes, eu não escolhi senão a que eu amava e desde então durmo com a noite. da onda, uma onda e outra onda, verde mar, verde frio, ramo verde, eu não escolhi senão uma só onda: a onda indivisível de teu corpo. TODAS as gotas, todas as raízes, todos os fios da luz vieram, vieram- me ver tarde ou cedo. EU quis para mim tua cabeleira. e de todos os dons de minha pátria só escolhi teu coração selvagem.